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Vida de maranhense

Galera… Esta eu recebi por e-mail… Portanto, estou apenas repassando…rs.

Conheça mais sobre o Estado mais pobre que mais cresce no Brasil:

Fundação:
Foi fundada por um cidadão muito humilde que hoje quase não é lembrado no cenário nacional, um tal de Sarney.
Ou, como diz a lenda, por um fidalgo inglês que atendia pelo título de sir Ney.

Capital:
São Luís – Disputa com Teresina o título de pior capital/mais atrasada do Brasil.
Porém Deus  teve piedade do lugar e colocou praias em São Luís.

Cidades Importantes:
Imperatriz: capital da pistolagem.
Codó: capital brasileira da macumba.

População:
Políticos e pescadores.

Indicadores:
Analfabetismo: 120%, hoje.
Mortalidade Infantil: 150%, hoje.
Expectativa de Vida: Não há. Geralmente a expectativa é de morte.
PIB: R$2,00 e 30 milhões de mosquito por pessoa.
IDH: Esse “D” é de desenvolvimento ou de desgraça? Por que se FÔ DE desgraça estamos em primeiro lugar.

Clima:
Predominância de três estações: Verão, Calor e Mormaço.

Vegetação:
Babaçu abunda.

Comida Típica:

  • Farinha
  • Guaraná Jesus
  • Coco babaçu
  • Azeite de coco babaçu
  • Arroz de cuxá

Estilo de Vida

  • Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
  • Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou Roseana Sarney;
  • Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto, Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney, Sarney Filho e José Sarney;
  • Para pesquisar: Biblioteca José Sarney;
  • Para inteirar-se das notícias, leia o jornal “O Estado do Maranhão”, ou ligue a TV na TV Mirante, ou sintonize as Rádios Mirante AM e FM, tudo do grupo  Sarney;
  • Para saber sobre as contas públicas: Tribunal de Contas Roseana Sarney Murad (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);
  • Para entrar ou sair da cidade, atravesse a ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas ‘maravilhosas’ rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney;
  • Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum Desembargador Sarney Costa, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney…


Dialeto:

ACOMODA: Imperativo. “Fique quieto!”

AGARRAR: Ficar, namorar.

AMOSTRAR: Mostrar algo a alguém.

APEGADO: Adjunto adverbial de lugar; significa ao lado de…

BANHAR : Verbo; tomar banho.

COISA: Pode ser qualquer coisa. Desde substantivos, adjetivos e até verbo (coisar alguma coisa); também pode ser uma interjeição, ex.: que coisa! Equivale ao “trem” dos mineiros.

ÉGUA ou ÉGUAS: Interjeição; indica espanto, conformação, concordância, até surpresa. O mesmo que  ”ôxe” pro pernambucano, “valha” pro cearense,  ”urra meu” pro paulista e assim vai. Ex.: “ÉGUAS, cara, conseguiste?”, “ÉGUA, me fudí”, “ÉGUAS, olha só aquela pequena…”, ou simplesmente “ÉGUA…”

ESBANDALHAR: Quebrar; deteriorar um objeto.

FULÊRO: Otário; sujeito que vacilou com alguém.

HEM-HEIM : mas com certeza você não conseguirá ler isso da maneira correta. Tem que dar ênfase na entonação do primeiro HEM. Significa… é… meu Deus, o que significa isso? Bem, significa… mas também pode significar… ou ainda… hummm…  Acho que a gente fala isso quando concordamos com alguma coisa, é isso.

MANGAR: Desdenhar de alguém; tirar sarro.

PIQUENO(A): Sujeito de quem se fala.

QUALIRA: Veado, bicha.

SE EMPUTECER: ficar extremamente zangado, sem relação direta com p***. Se São Luís fosse realmente a “Atenas Brasileira”, ninguém falaria “se emputecer”, e sim, “emputecer-se”.

XIRI: Designação chula para a genitália feminina.


Dicas aos turistas
Se te oferecerem guaraná Jesus, beba, mas você não é obrigado a comer biscoito Maria.
Não chegue na Festa da Juçara querendo tomar Açaí, eles não vão te vender nada.
Tome cuidado com seu vocabulário, expressões como: obrigado, bom dia, com licença, por favor, não há de quê… não são usadas aqui.
Se alguém pisar seu pé não deixe de pedir desculpa.
Carroças: são muito importantes para o desenvolvimento econômico do Estado. Por isso não se admire de vê-las pelas avenidas juntamente com outros veículos de tração animal (carros e ônibus).

Epa! Não tenho nada a ver com isso. Nem conheço o Maranhão…rs. Só sei que quem escreveu foi um maranhense. É tudo que eu sei. Nada mais a declarar! :p

Abraços a todos 🙂

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fevereiro 19, 2010 | Por Arteira | Comente

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