Formigueiros

Clube de Regatas Vasco da Gama Rebaixado



Aconteceu!
Depois de muitos e muitos dias de agonia – daquela agonia que vem do desconhecimento do futuro, da indefinição do destino – aconteceu o pior.

O Clube de Regatas Vasco da Gama saiu, pela primeira vez em sua história, da elite do futebol brasileiro.

Naquela melancólica tarde de Domingo, onde os cruzmaltinos se acostumaram a vivenciar as grandes glórias do passado vitorioso, um clima estranho e soturno pairava, gelado, sobre São Januário.

A tensão era perceptível por qualquer um que mirasse as arquibancadas e, no gramado, os jogadores sentiram todo este peso de mal-agouro e o time jogou muito mal. Tão mal a ponto de perder para o Vitória dentro de casa, em um jogo decisivo, pelo placar de dois a zero.

E no fim do jogo: choro! Mas não aquele choro desesperado, envergonhado, espetacularizado, que nos acostumamos a ver no fim do ano passado quando o Corinthians desceu para a Série B. O choro de Domingo foi de tristeza, apenas isso. Tristeza pela derrota, pelo penar da equipe durante todo este campeonato onde cada jogador brigou e deu o sangue para retirar o clube da situação em que se encontrava. *

Mas o fim não foi só de choro, a maioria dos torcedores (tirando um imbecil que, alcoolizado, tentou se matar pulando da marquise do estádio) retirou forças, não se sabe de onde, para cantar o hino do Vasco em alto e bom som, numa oração conjunta para mostrar aos jogadores que o momento não pode ser apenas de derrota, abandono e frouxidão. Para mostrar a todos que o momento é de luta e trabalho, e que não há vergonha na derrota honrosa.

Além do mais, a série B pode muito bem servir como um grande trampolim para o Vasco voltar aos velhos tempos de glórias, onde sua imensa torcida era bem feliz, como dizia, e ainda diz, o hino vascaíno.

* É claro que houve também os que não se dedicaram: o meia Moraes abandonou o barco antes que tivesse que enfrentar maiores problemas com o grupo, enquanto Leandro Amaral demonstrou toda a sua falta de noção prática e habilidade ao lidar com outros seres humanos ao anunciar a sua saída da equipe logo na reta final do campeonato, justamente quando o time mais precisava de união. Mas, no geral, todos correram e se dedicaram muito, como o meia Madson e o ídolo Edmundo, além do zagueiro Jorge Luiz e do lateral Wagner Diniz.



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dezembro 9, 2008 | Por Thiago | Comente
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Campeonato Brasileiro 2008: São Paulo é Hexa-Campeão



Não tem jeito.
Mesmo quando começa o campeonato assim meio baleado, dedicando-se a outras competições e pouco focado no Brasileirão, o São Paulo vai lá e faz bonito.

Quem, ainda no primeiro terço do campeonato, apostaria um centavo sequer na recuperação impressionante de uma equipe que jogava mal e estava muitíssimo longe do topo da tabela?

A resposta é, com certeza, muito pouca gente.

E mesmo esses poucos que acreditaram desde o início, somente o fizeram devido ao espetacular histórico recente da equipe de Muricy Ramalho, que nos últimos três anos venceu uma Libertadores, um Mundial e três Campeonatos Brasileiros. Tudo isso junto neste curtíssimo espaço de tempo, o que é uma façanha que nem mesmo o grande Internacional de Porto Alegre, com as suas muitas conquistas recentes, pode alcançar.

E mais, com o resultado de hoje, o São Paulo tornou-se, o único clube a vencer três Brasileirões seguidos, além de ser o único a Ter seis títulos em sua história.

Os resultados impressionam, mas não podemos esquecer que tudo isto custou muito trabalho e organização por parte da diretoria, da comissão técnica e dos próprios jogadores, todos sempre muito profissionais e esforçados, responsáveis pela grande fase que vive o clube.

É por tudo isso que o São Paulo Futebol Clube deve servir de exemplo para as demais equipes do futebol brasileiro, que teimam em continuar à margem da profissionalização, estruturação e modernização necessárias para uma afirmação no extremamente concorrido “mercado da bola” atual.

Com o tempo, outros exemplos, além do Inter e do São Paulo, surgirão.
Até lá, muitos, como o Vasco da Gama, terão sucumbido à nova ordem das coisas, à maneira moderna de jogar e administrar futebol.

O JOGO:

A última e decisiva rodada do Campeonato Brasileiro não começou hoje, às cinco da tarde, como poderiam pensar os torcedores mais distraídos. Começou sim, dois dias atrás, ainda na Sexta-feira, quando já apareciam os primeiros boatos sobre coisas estranhas acontecendo no relacionamento entre a diretoria são-paulina e o então árbitro relacionado para a partida contra o Goiás, Wagner Tardelli.

Conversa vai, boato vem e a CBF decidiu por substituir Tardelli por Jaílson Macedo Freitas, juíz baiano de pouca expressão que até então estava relacionado para apitar um jogo do campeonato inter-municipal na Bahia.

Hoje, quando da chegada das equipes ao estádio, nova confusão: o Goiás, mandante do jogo, exigiu que se cumprisse a regra que determina que o banco de reservas número um seja destinado aos “donos da casa”, o que havia sido desobedecido pela equipe paulista.

O “mal-entendido” gerou muita badalação (incluindo ameaças de cancelamento da partida) mas, com um pequeno atraso, tudo acabou resolvido e a bola pôde, enfim, rolar no bonito estádio do Gama, para a empolgação dos muito numerosos torcedores paulistas.

Mas toda esta balbúrdia antes do começo do jogo parece não Ter feito muito bem para a equipe do Goiás, que entrou em campo muito tensa, correndo muito e apostando tudo logo no início da partida, onde conseguiu gerar boas chances gol que, por pouco, não estragaram a festa tricolor.

Mas, com o correr do relógio, os atletas foram cansando e o ritmo foi caindo, o que permitiu que o melhor preparo físico do São Paulo se impusesse e dominasse os espaços que, cada vez mais, se abriam na prematuramente desgastada defesa do Goiás.

É importante notar que a equipe paulista não foi assim tão superior tecnicamente, deixando até mesmo a desejar no quesito criação de jogadas.

O que parece Ter sido o grande diferencial do tricolor na partida (e também durante toda a competição) foi a grande combatividade do grupo, além da perfeita consciência tática plantada nos jogadores pelo grande Muricy Ramalho, o que permitiu aos atletas paulistas o domínio da posse de bola, cadenciando e controlando a velocidade do jogo ao seu bel-prazer.

O GOL: UM ERRO DECISIVO

Mas, o pior é que não foi nada disso que decidiu a partida.
Lembra daquele árbitro baiano – ainda coadjuvante no primeiro ato da grande novela em que se transformou a última rodada do campeonato – que foi escalado para o lugar do suspeito Wagner Tardelli?

Pois não é que ele resolveu transformar-se no grande protagonista da última cena!

Ou melhor, o trio de arbitragem inteiro resolveu, pois aos 22 minutos do primeiro tempo, o seu auxiliar Alessandro Rocha Matos, cometeu o absurdo de não enxergar o largo impedimento de Borges ao desviar, para o fundo das redes adversárias, uma bola mal chutada por Hugo. Erro grosseiro que foi acatado por Jaílson Macedo, que, ao validar o gol,  impôs ao Goiás um forte baque do qual não iria se recuperar durante toda a partida.

Ao fim do jogo, quando perguntado sobre o ocorrido, o bandeirinha defendeu-se afirmando que não viu Borges tocar na bola, que teria sido desviada para as redes pela zagueiro do Goiás, o que foi prontamente desmentido pelas imagens da TV.

O erro foi grosseiro mas, pelo menos para o torcedor tricolor, nada disso importa.
Para a história, entrará apenas o fato do São Paulo Futebol Clube Ter sido, pela terceira vez consecutiva, Hexa-Campeão Brasileiro de futebol. Um marco no esporte nacional e um exemplo a ser perseguido pelas demais equipes brasileiras.

Parabéns São Paulo!
Vocês merecem.



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dezembro 7, 2008 | Por Thiago | 5 Comentários
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Fotos: Adriana Lima em poses sensuais para Victoria’s Secret



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As modelos brasileiras realmente estão dando as cartas no mundo da moda. Além da super-modelo Giselle Bündchen, várias outras garotas mostram seu talento em desfiles e ensaios ao redor do globo. E não seria diferente o caso de Adriana Lima, a bela baiana de olhos azuis, que mostra todo seu charme e beleza num ensaio de tirar o fôlego para a grife Victoria’s Secret. A modelo posa de lingerie num cenário que lembra um museu (ou seria um palácio?), exibindo suas formas perfeitas vestindo a mais nova coleção da marca americana. Apreciem sem moderação!

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dezembro 6, 2008 | Por Ring Rat | 1 Comentário
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Carros tunados parte 9: VW Scirocco Studie R



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O VW Scirocco foi lançado para colocar a Volkswagen no mercado de carros de bom desempenho, sem ter que necessariamente esvaziar o bolso. Feito na base do Golf, o carro acaba de ganhar uma versão conceitual tunada, mas que aponta para uma versão de produção em breve: o Scirocco Studie R é baseado no versão GT24, especialmente construída para as 24 de Nurburgring e que foi vencedor na sua categoria.

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O carro agora apresentado tem motor 2,0 de 4 cilindros, turbinado e que rende 270 cv, 70 a mais que na versão original. O câmbio é o DSG automatizado de 6 marchas, e os sistemas de freios, suspensão e escapamento vieram do GT24.

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O visual do carro é arrematado por pára-choques mais esportivos, capô com saídas de ar e pelo aerofólio traseiro. A exclusividade fica por conta das rodas de 19 polegadas e pela pintura misturando o branco, verde e vermelho, para homenagear a Itália, país onde o carro está sendo mostrado pela 1ª vez. Como o próprio nome Studie sugere, o carro ainda é um estudo e não entrou em produção, mas é bem provável que a quantidade de suspiros arrancados da platéia sirvam de estímulo para a Volkswagen disponibilizar para a venda essa pequena jóia da engenharia.

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dezembro 5, 2008 | Por Ricardo Gadelha | Comente
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Obama Drink’s: Presidente americano vira marca de refrigerante



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Vale tudo para surfar na onda de otimismo levantada pela eleição do próximo presidente americando, Barack Obama. A esperança, tão propalada em todas as discussões sobre o novo presidente americano, é o mote para que se tente vender todo tipo de souvenir. Na França, o empresário Jean-Jacques Attisso criou uma edição especial do seu refrigerante Obama Soda, pretendendo leiloar ao menos 100 latas e reverter os valores arrecadados para instituições de caridade da periferia de Paris.

Mas vender refrigerante com o nome de Obama não chega a ser uma idéia original. Nos Estados Unidos também existe um Obama Cola, vendido a meros U$ 1,50, em qualquer loja de conveniência e supermercado.

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